domingo, 21 de julho de 2013

Em defesa da Galinha Pintadinha

    Há mais ou menos um ano atrás escrevi um post sobre a Galinha Pintadinha aqui no blog, com toda minha irônia e sarcasmo costumaz, mas eis que do nada começaram a surgir comentários de alguns lunáticos falando da relação da Galinha com o diabo. Então, uso meu espaço aqui para esclarecer aos que possam não ter compreendido que todas as minhas referências ao "poder"da Galinha Pintadinha eram indícios da minha mais pura irônia.
    Gostaria de deixar bem claro para eventuais lunáticos/malucos/fanáticos que venham visitar o blog que eu de forma alguma acredito na relação da Galinha com o diabo ou qualquer entidade diabólica, basicamente por não acreditar em nada disso. Também não acredito em nenhuma mensagem subliminar que a Galinha Pintadinha poderia vir a passar para as crianças.
    A única coisa que eu acredito é no sucesso de um personagem de criação totalmente nacional ( o que me deixa bastante feliz), por ser uma obra com qualidade artística real, tanto musical quanto de animação.  Enfim sou totalmente fã da Galinha e não vejo a hora de ser lançado o quarto DVD! 
   Aproveito o post para parabenizar os criadores da Galinha mais famosa do Brasil e lamentar por existirem pessoas tão malucas a solta pela internet capazes de terem ideais tão absurdas e pior de tudo de não terem vergonha de expressá-las por escrito. 
    E aqui fica uma dica de site que vende camisa de força....hehehehehehe (isso foi irônia, melhor avisar!)

domingo, 14 de julho de 2013

A dieta da Hiena

    Já tornei pública aqui minha constante briga com a balança e que isso só se agravou com a gravidez. O fato é que estou lentamente emagrecendo. Na verdade já voltei ao peso que tinha antes de engravidar da Violeta, mas quero me superar e emagrecer mais ainda porque por mais que o peso seja o mesmo, eu tenho uma pancinha gordurosa muito deselegante que surgiu depois do nascimento de fofa e pretendo eliminá-la.
    O meu processo de emagrecimento consiste em muito exercício físico (sim, corro feito uma vaca na esteira no mínimo 5 vezes por semana) e  principalmente na dieta desenvolvida por mim mesma que eu batizei como "Dieta da Hiena". Para quem não sabe a Hiena é uma animal carnívoro, mas se alimenta muito de carcaças que encontram ou roubam e aí que surge a semelhança com as mães. Desconheço mãe que não coma restinho do bebê e o grande erro é que a maioria come a sua refeição e o restinhos, e daí obviamente o peso não baixa ou só aumenta. O segredo da "Dieta da Hiena"é se alimentar só dos restos, porque eles inevitavelmente vão surgir, se não sobrar nada é um sinal que nada devia ser ingerido naquele momento. Chega um dado momento que essa relação simbiótica é inevitável, quando a criança já tem mais de um ano, caso ela não queira mais alguma coisa ou não goste de algo ela simplesmente coloca na boca da mãe como fosse um lixão e a mãe atarefada, confusa, fazendo um milhão de coisas ao mesmo tempo, nem presta atenção, só mastiga. 
    Apesar de parecer um tanto estranha essa dieta, ela é incrivelmente bem balanceada, porque sempre tem resto de fruta, resto de legume, resto de pão,  resto de arroz com feijão, resto de carninha, e as vezes até resto de um docinho. Pra quem ainda amamenta (esse é o meu caso) é ótimo porque o que o bebê não pode comer (A Violeta não pode comer nada com lactose), a mãe também não pode e assim é improvável que você se distraia e coma algo que não é pra comer. Olha não sei quanto as outras mães, mas pra mim a dieta da Hiena foi a solução, principalmente quando eu parei com o hábito das hienas de roubar e me conformei em ficar só com o que eu encontrasse. Confesso que hoje em dia a Violetinha é grande aliada da dieta, porque se eu por ventura for "roubar"algo do prato dela, ela me olha bem séria com olhar de repreensão e diz "ma papa", o que traduzindo para o português significa "meu papa", ou seja praticamente acaba com os meus "roubos". 

 Exercitando mamãe

 Soninho com papai

Comportadíssima no restaurante

domingo, 7 de julho de 2013

Carta para a privacidade

    Oi dona privacidade, tudo bom? Não sei se você se lembra de mim. Nos distanciamos quando a minha filha nasceu, mas não foi por não te querer, foi simplesmente por uma incompatibilidade de agendas. É bom te rever e poder contar contigo de novo. Na verdade durante esses anos você me fez muita falta, mas compreendo que nossos caminhos tomaram rumos opostos e que na vida não se pode ter tudo. De qualquer forma tenha em mente que gostaria muito que tivéssemos uma reaproximação. Vai ser estranho tê-la de volta na minha vida, assim como foi perdê-la, mas sem dúvida necessário. Obrigada por retornar!

    Essa aí em cima é minha carta para o dia que a privacidade voltar a fazer parte da minha vida, porque se há uma coisa que você passa a não usufruir quando se tem filho pequeno é a privacidade e como tudo o que não temos mais passamos a valorizar e sem dúvida tratá-la com mais respeito. 
   Não existe ir no banheiro com calma. Tem sempre uma pequena fofura batendo na porta dizendo "mama", isso quando tem mais alguém em casa cuidando dela. 
    Quando estamos sozinhas (aqui em casa é na maior parte do nosso tempo) resta ir no banheiro com platéia, com aquela coisa meiga sentada te olhando, ou andando em volta e perguntando "coco?", independente do que esteja ocorrendo. Aliás, aqui em casa tem quase uma arquibancada no banheiro porque a platéia é composta pela Violeta e os dois gatos que inevitávelmente entram no banheiro junto. Acho que é por isso que são poucas as mulheres que desenvolvem a mania de ler no banheiro, isso é mais comum com o homem, porque depois de ter pequenos rebentos fica inviável qualquer tipo de leitura no banheiro, nem sequer bula de remédio.
    Ficar quieto pensando na vida, lendo, ou escrevendo também é impossível a não ser que a fofa esteja dormindo (o caso agora), porque se não é um puxão no livro, um apertão no teclado do computador, sempre com uma carinha de "o que você está fazendo?". Dormir pelada, nem pensar. Fora o incomodo que é atender um bebê pelada, acaba que dá frio o levanta, deita da noite inteira, então é mais fácil ficar vestida e descoberta. Falar ao telefone, sem ser ouvida, ou sem ter um pequeno ser dando pitaco na conversa (por mais que ela não fale) ou puxando o telefone é uma lembrança distante.
    O fato é que a privacidade se vai, mas um dia daqui uns bons ela estará de volta fazendo parte da minha vida e eu vou gostar dela como se ela nunca tivesse desaparecido.

 Super atenta!

 Chamando o gato

 Toda estilosa no inverno

Reparem no dedinho em riste, dando opinião!

terça-feira, 11 de junho de 2013

Para caminhar bem é preciso um bom pisante e uma mãe minimamente lúcida!

    Já falei aqui um pouco sobre os primeiros passos da Violeta, mas acho que vale mais um post um pouco  mais detalhado sobre o assunto. A coisa mais fofa e mais linda da minha vida não caminhou cedo não! Começou a dar os primeiros passinhos com mais de um ano, acho que com um ano e dois meses ela já podia se dizer um ser de fato bípide. Percebi durante a evolução dela que o tenis certo foi essencial para que ela conseguisse se firmar e se soltar, considerando que não dá para andar sempre de pé descalço. No momento que resolvi comprar um tenis bom e principalmente que tinha um solado grosso, flexível e com formato mais alargado ela ficou bem mais firme. 
    Essa constatação já me geraram dicas para as outras mães na pracinha. Primeiro foi a mãe de um gurizinho coisa mais fofa que viu a Violeta caminhando toda despachadinha e me perguntou a idade dela e disse que o filho dela já tinha um ano e dois meses e nada de andar, eu olhei pro tenis dele e cheguei a conclusão que ele não favorecia muito o caminhar e dei a dica pra ela. A outra mãe em desespero porque seu rebento não caminhava foi a de uma amiguinha da Violeta que tem a mesma idade dela. Também olhei pro tenis dela e era uma graça, mas era um tenis cumpridinho que não ajudava em nada o equilíbrio e a firmeza do pezinho.  
    Outra questão importante depois que a criança começa a caminhar é ter alguns cuidados básicos que não obrigatoriamente envolvem as inevitáveis quedas. Um dia olhei pra Violeta e pensei: "Nossa, essa guria tá manca ou é impressão minha?", mas não dei muito atenção. No outro dia fui na casa da minha mãe e ela me disse: "Malvina, tu não acha que a Violeta tá manca?". Logo, pensei: "Putz, o que será que essa criança tem? Tudo com ela é sempre complicado, o que será dessa vez!". Pedi pra minha mãe tirar o tenis dela e olhar o pezinho pra ver se tinha alguma coisa erra. A coisa errada é que o tenis dela estava dois centímetros menor que o pé. Tudo bem que crianças pequeninhas crescem rápido demais, mas imagina pobre Violeta devia andar a dias com os dedinhos encolidos!
    Mas a minha distração não para por aí, hoje fiz mais uma dessas e a pequena nem sabe ainda dizer "Pô, Mamãe!". Estávamos em casa e eu me dei conta que tinha esquecido o celular na minha mãe (que mora a duas quadras da minha casa), chamei a Violeta e disse "Vem cá Violeta! Vamos por o tenis para ir na casa da vovó". Ela veio, eu botei o tenis nela e fomos. Ela andou um pouco, foi um pouco no colo. Já na casa da minha mãe correu, brincou no pátio e voltamos para casa. Quando chegamos em casa meu marido pegou ela no colo e me perguntou "Porque ela tá com os pés do tênis trocado?" Como assim pés do tênis trocado? Sim, eu fiz ela andar duas quadras e mais um tanto com os pés do tênis invertidos e não me dei conta. E sabe o que é pior? Não é a primeira vez que eu boto o tênis trocado. Na verdade tenho muita dificuldade de fazer coisas espelhadas ( por mais ridículo que isso pareça), isso unido a minha completa distração fazem a Violeta ficar cada dia melhor na sua marcha, anda com o tênis trocado e nem cai na rua. De qualquer forma fica a dica para pessoas que assim como eu tem dificuldade em fazer coisas espelhadas ( e tem coragem para assumir isso), o ideal é  colocar o bebê sentado no seu colo com as costas dele encostadas na sua barriga e não ficar com ele de frente para você quando for colocar os tênis/sapatos nele.



Violeta toda bela no friozinho!


Posando como se fosse top model, segurando uma cenoura porque é saudável e percebam com os pés do tênis certo! Uma vitória para a mamãe!

 Fotos? Ela adora!

domingo, 12 de maio de 2013

Presente de dia das mães

    O que uma coisa fofa e pequenininha como a Violeta poderia me dar de dia das mães (que não fosse escolhido ou pago pelo papi dela)? Não sei, mas a resposta mais óbvia para mim (e provavelmente para ela) foi se fazer presente. Decidiu que não ia dormir ia comemorar e comemorou até as 3h da manhã e só faltou entre beijos, abraços tentativas de abrir os meus olhos quando eles insistiam em fechar me dizer "Mamãe, isso é ser mamãe é me acompanhar em todas as horas principalmente naquelas que eu não quero dormir. Quero que tu tenhas um maravilhoso dia das mães exercendo tua melhor função de ser mãe".
    E assim passamos a noite turbulenta. Daí pensei: de manhã ela vai dormir! Doce ilusão 8h da matina estava a fofa dizendo "pi pi pi pi"e apontando com o dedinho ma mão...o que significa o pintinho amarelinho. Olhei pra ela e falei "Violeta, pobre do pintinho amarelinho tá morrendo de sono deixa ele dormir.", não adiantou seguiu falando "pi pi pi pi". Resultado acordamos todos, eu, o pai dela, o pintinho amarelinho e o dia começou. 
   E começou o arruma brinquedo daqui, arruma de lá. Troca fralda, troca roupa. "mama bo"que significa mamãe me dá bolacha. Tento fazer uma outra coisa e lá vem Violeta atrás de mim com algum brinquedo pra gente brincar juntas. Já é quase hora do almoço tem que arrumar a mochila da pequena, separar fralda, roupa para todas as estações, vestir Violeta, fazer maria chiquinhas, convencer ela de escolher uma boneca para levar ( não consigo e ela me convence que vai levar as duas) e sair para o almoço de dia das mães com minha super mãe e minhas amadas tias e primos. E agora enquanto escrevo esse post a Violeta dorme feito um anjo do meu lado, coitada cansou! E eu? Ganhei (fora os presentes materiais) o melhor presente que ela do alto do seu 1 ano poderia me dar: se fez presente em todos os momentos! 
 
 
 
Violeta demonstrando todo seu carinho pela vovó (que é mamãe com muito açúcar nesse caso)...quando viajamos eu mostrava essa foto da minha mãe e ela dizia toda animada " oó" que significa vovó.
 
 
Violeta realizada com seu presente de dia das mães, ganhou um carrinho para os seus bebês. Feliz dia das mães para todas as mães. Mães de verdade, mães emprestadas, mães de bonecas e mães de bichos!

domingo, 21 de abril de 2013

Educar o filho dos outros é muito fácil!

    Meu avô dizia sabiamente que educar o filho dos outros é muito fácil. Confesso que fico impressionada com a capacidade das pessoas de darem palpite na educação dos filhos dos outros, no que a gente faz ou deixa de fazer. O engraçado disso é que todo mundo gosta de palpitar, mas ninguém gosta que palpitem sobre os seus próprios filhos.
    Todo mundo que tem criança pequena em casa deve estar por dentro da atual polêmica do momento que é a proibição de fabricar o andador para bebês. Parece que o número de acidentes envolvendo este equipamento era muito grande variando de dente quebrado à traumatismo craniano e a ideia é que ele caia em desuso e que parem de fabricá-lo. Segundo os pediatras além dos acidentes os andandores também não colaboram para que a criança aprenda a caminhar não trazendo nenhum um benefício comprovado. 
    Bem antes de tudo isso eu já tinha na minha cabeça que a a minha filha não teria andador, porque eu pessoalmente acho perigoso e não gosto de correr riscos desnecessários. Um belo dia estava conversando com a minha sogra e ela toda animada me contou que já estava vendo uma andador para a Violeta que era uma graça. Oi? Como assim vendo um andador? Agradeci a ela, mas expliquei que a Violeta não iria usar andador porque eu achava muito perigoso. Ela me disse que os três filhos dela tinham usado e que nunca nada tinha acontecido e que bláblábla. Eu pensei que bom que nada aconteceu, mas eu prefiro não correr o risco. 
    Bom, o assunto teria acabado aí se as pessoas respeitassem a maneira como cada um opta por educar e conduzir seus filhos pelo mundo, mas o fato é que isso não acontece e o assunto rendeu. Cada vez que surge uma oportunidade o assunto do andador vira polêmica no ambito da família do meu marido. A Violeta até já passou da fase, mas o assunto ainda rende. Nesse momento eu sempre penso, eu não quero andandor, mas também não vou encher o saco de quem usa com seus filhos nem vou ficar dando milhões de explicação de porque não usar. Cada mãe que se informe, que decida o que é o melhor para os seus pequenos.
    Outro dia veio uma tia solteirona que não tem filhos me dizer que todas as crianças da família usaram andandor e nada nunca aconteceu, que os bebês que se machucam é porque as pessoas não cuidam. A vontade nessa hora é dizer "Minha senhora, nem filho tu tens vai querer me dizer o que fazer com os meus?", mas graças a deus aprendi com minha sábia tia avó que nessas horas a gente responde um "que bom!"que o assunto morre e a gente se incomoda bem menos.
    E ainda terão muitos "que bom" pela frente, não só em relação ao andador, mas em relação a muitos outros assuntos em muitos âmbitos familiares e não familiares. Acho que só depois que a gente é mãe é que passa a se dar conta de como é fácil educar o filho dos outros. Se quem é mãe as vezes tenta fazer isso, imagina quem não é? E me desculpem as mães de gatos e cães (que eu muito já fui), mas só quando se é responsável por um pequeno ser humano é que se entende como é complicado educar e como é ruim ouvir faz assim, faz assado, o bom é fazer de tal jeito. Agora eu tenho um novo lema que é cada um sabe dos seus. Cada vez que alguém me diz algo como "imagina que a fulana faz tal coisa de tal jeito com o fulaninho"por mais que eu não faria desse jeito respondo "cada um sabe dos seus", o que é verdade porque é muito fácil julgar, dar palpite sem ser mãe daquele pequeno e único serzinho. É sempre preciso ter em mente que, com raras exceções, não há no mundo ninguém que se preocupe mais com o filho e zele mais por ele do que os próprios pais e o que eu posso considerar bom para os meus filhos pode não ser para o do outro. Por mais que você seja tio, tia, avó, avô você não é a mãe nem o pai do picurrucho em questão.
 
 Dias mais fresquinhos nessa cidade permitem mais idas à pracinha!
 
 
 Entregando a pedrinha pra não comer!
 
 
Seriedade!

domingo, 14 de abril de 2013

Ai, ai...ela tem 1 ano e 2 meses!!!!

    Violeta amada e fofa, já tem 1 ano e 2 meses! Já caminha, já balbucia algumas coisas, já tem mão de gancho pra puxar tudo que esteja ao seu alcance, ou melhor ao alcance de seus longos 70 centímetros. Passa os dias sentando, levantando, mexendo, remexendo em tudo, brincando com suas coisas e com as coisas nem tão suas.
    Me lembro sempre daquelas mães que o nenê nasce e elas ficam exaustas, perdem suas noites porque a criaturinha chora. Não que não existam picurruchos realmente trabalhosos, mas esse não foi o caso da minha pequena Violeta. Ela sempre dormiu bem, nunca chorou muito, foi um bebê pequeninho super tranquilo. 
    Bom, a essas mães que tem bebê pequeno e que estão cansadas, só posso dizer uma coisa: força na peruca porque piora! Eles ficam cada vez mais engraçadinhos, mas cada vez mais ativos. Aqui em casa as noites não são mais tranquilas, Violeta acorda várias vezes, choramingando chamando mamãe. Daí lá vou eu, dou um colinho, boto de volta no berço e o berço parece que tem pregos, porque ela encosta nele e abre o berreiro, quer a todo custo ser convidada a passar para a nossa cama.
    Não são só as noites que são mais agitadas, os dias se tornam bem dinâmicos também. Até pouco tempo atrás eu conseguia pintar minhas unhas porque ela ficava paradinha no mesmo lugar, agora isso já é impossível. A fofura tem uma agilidade impressionante, é não olhar um segundo que ela já se deslocou o suficiente para estar perto de uma tomada ou enfiando algo na boca que não deveria.
     E a coluna? A gente passa o dia inclinada, seja pra dar a mão pra andar, seja pra falar, pra brincar! A natureza é sábia, cheguei a conclusão que a gente entra na menopausa depois de uma certa idade, porque não haveria coluna, nem físico pra se ter mais filhos.
    Mas sabe o que é mais impressionante disso tudo? Que é muito divertido! Tudo vale a pena a cada passinho de pinguim dado, a cada palavra mau pronunciada, a cada abraço e principalmente a cada gargalhada!

 Estilo até para dormir!

E de óculos a la Jack Onassis!!!! Super estilosa!



Ela não anda, ela desfila!