sexta-feira, 20 de setembro de 2013

ai, ai! frio, chuva e haja criatividade!

    Não sei se já comentei por aqui, mas sou grande entusiasta do inverno, do friozinho. Não sou fã do verão, provavelmente porque moro em "Forno Alegre", onde faz um calor escaldante de dezembro à março.
    Bom, a grande questão é que esse inverno foi super chuvoso e eu descobri que frio, chuva e criança de 1 ano e 7 meses não é lá a melhor das combinações. O inverno passado não foi grande coisa e a Violeta era muito pequenininha, ainda não ficava entediada e de saco cheio de estar presa no apartamento, agora ela já sente muito mais e cabe aos pais criar alternativas viáveis e criativas de diversão em casa mesmo.
    No natal passado a Violeta ganhou uma barraca da Galinha Pintadinha, como ela era muito pequena e o nosso apartamento também deixamos a barraca para ser usada (adivinhem?????) quando a gente se mudasse. Só que teve uma dessas semanas chuvosas do inverno que a Violeta começou a ficar tão de mau humor por estar em casa que eu olhei para o meu marido e disse : "Monta PELOAMORDEDEUS essa barraca da Galinha!" e foi o grande sucesso do inverno em todos os sentidos.
    Primeiro porque a Violeta ficou maluca, entrava e saía da barraca realizada. Segundo porque os gatos acharam o máximo aquela barraca e se escodiam dentro dela para atacar um ao outro, eventualmente o bote era na Violeta mesmo. Em terceiro porque não há visita que entre na nossas casa e não perceba que a nossa sala virou oficialmente a sala da Violeta com aquela barraca que ocupa um quarto do cômodo.
    Bom a barraca fez sucesso, e ainda faz, mas obviamente não é mais uma novidade. Eu precisava ter mais alternativas para os dias de chuvas e os dias muito frios. Foi então que eu tive a melhor idéia do inverno: dividir os brinquedos em três caixas diferentes. Cada caixa tem um número x de bonecas, bichinhos de pelúcia, brinquedos musicais, brinquedos de encaixar, enfim um pouco de cada coisa. Elas são bem diversificadas e eu faço rodízio com elas. Cada vez que a casa fica entediante, surge uma caixa que estava guardada e a Violeta fica numa felicidade só, parece que é tudo novidade, um sucesso. Sem contar que a minha casa fica um pouco menos bagunçada por não ter todos os brinquedos que ela tem saindo para fora da barraca da Galinha Pintadinha.
    Hoje mesmo a chuva voltou e não conseguimos sair para passear nem de manhã, então quando o clima começou a ficar meio tenso aqui em casa guardamos tudo que era brinquedo que estava espalhado em uma caixa e pegamos uma nova. A Violeta ficou na sala maravilhada com seus brinquedos "novos" e eu fui fazer almoço. Ela ia toda hora na cozinha me mostra mais uma "novidade" que ela tinha achado na caixa extremamente satisfeita. Agora até passar esses dias muuuuiiiiittttooooo molhados ficamos no rodízio das caixas, torcendo para que o solzinho apareça logo para a gente poder pernear pelas ruas animademente porque nós duas adoramos um passeio pelas ruas do bairro, vamos no passinho de "tropear lesma" da Violeta com um baldinho catando todos os galinhos, florzinhas e folhinhas que encontramos pela rua.
 
 Catando coisinhas do chão!
 
 Galinhos já catados é hora de andar de balanço!

No seu mundinho, dentro da sua barraca com seus brinquedos!

domingo, 1 de setembro de 2013

Mamãe monstrinha ataca novamente - versão 2013

    Antes de mais nada devo desculpas aos eventuais leitores assíduos desse blog pela ausência momentânea de posts novos, mas foi por uma boa causa. Eu estava me dedicando a finalização do meu primeiro livro de crônicas "As Loucas Aventuras da Guria Maluca", que ao contrário desse blog não tem nada de maternal. O lançamento deve acontecer no dia 28 de setembro, em breve dou mais informações pelo meu facebook e por aqui também.
      Mas vamos parar de enrolar e sigamos para o post novo finalmente.
    Quando eu era criança tinha um livro que se chamava "Suriléa, mãe monstrinha" que contava a história de uma mãe que se esforçava para dar atenção as duas filhas. Depois de um sonho ela se torna uma mãe monstrinha, que tem duas cabeças, quatro braços, quatros pernas, ou seja tudo em dobro e as filhas ficam muito felizes por que ela pode dar mais atenção para as duas ao mesmo tempo. Eu adorava esse livro.
    Nessa mesma época  minha mãe começou a pintar o cabelo e a sobrancelha em casa. Ela passava tinta na cabeça, enrolava papel filme, pintava a sobrancelha e ficava estranhíssima. Por isso  eu a apelidei de "mamãe mosntrinha". Sempre que ela ia fazer esses tratamentos estéticos em casa eu perguntava "tu vai fazer mamãe monstrinha hoje?"e achava divertidíssimo.
    Eis que todo mundo diz que a gente vai ficando mais velho e repete as coisas de nossos pais, e isso é fato. Esse dias me surpreendi comigo mesma fazendo mamãe monstrinha, não pintei a sobrancelha, mas lá estava eu com henna no cabelo, turbante de papel filme e a Violeta achando tudo meio estranho, mas sobre tudo engraçado, a minha volta me olhando super curiosa.
    Em homenagem a isso vou até procurar para comprar o livro para ela "Suriléa, a mãe monstrinha"da Eva Furinari e Lia Zatz. Honestamente não me lembro da qualidade do livro, mas devia ser muito bom porque marcou a minha infância, tanto que me lembro do nome e da história até hoje.
    Ah...pode seguir baixando o post, você não corre o risco de se deparar com uma foto minha na versão mamãe monstrinha, apenas fotos fofas do ser mais fofo e lindo do mundo: minha pequena Violeta.

No balanço com a bonequinha que ganhou da priminha Maria Fernanda

Saindo para passear de bolsa em punho

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Eu amo inverno!

Sempre adorei inverno. Acho que a gente fica mais arrumadinha, as comidas são mais gostosas, dá pra dormir abraçadinho sem parecer que vai morrer sufocado.
Isso era antes da Violeta nascer. 
Não que eu não goste mais de inverno, ainda gosto, mas ele se tornou um pouco mais sofrido. Devo ressaltar aqui que isso acontece também por estarmos eternamente em mudança.
Desde que a Violeta nasceu a gente "já vai se mudar", mas por motivos de força maior a tal mudança ainda não aconteceu. E lá se vão dois invernos (improvisados) ainda nesse apartamento. O apartamento até que é bem quentinho, mas o prédio é velho e as janelas não tem venezianas, cada vez que esfria eu saio feito uma louca a colar as janelas (principalmente do quarto da Violeta) com fita crepe.
E durante a noite é que as coisas ficam mais complicadas, normalmente quando a Violeta acorda eu deito com ela no chão do quarto dela onde faço um caminha pra gente. Com o frio não dá pra deitar no chão porque se não congelaríamos, quando a fofucha acorda ela (cheia de roupas) vai pra minha cama e assim eu passo noite: traz Violeta, leva Violeta; traz Violeta, leva Violeta. Chega uma hora que eu nem sei mais se ela está na minha ou na cama dela.
Outro agravante dessas idas e vindas é que o apartamento é pequeno e a Violeta é uma espoleta, por mais que a gente arrume sempre acaba sobrando coisas fora do lugar. 
Uma noite dessas que fazia um frio monstro a Violeta chorou, eu trouxe ela pra minha cama. Quando ela dormiu, eu me leventei pé por pé peguei a coisa fofa e fui levá-la para a sua cama. No caminho tropecei em um banquinho de plástico que estava no corredor. Ele caiu, fez o maior barulho. Rapidamente ninei a Violeta e ela não chegou a despertar completamente. Dei mais dois passos e pisei em um carneiro de pelúcia, que fez "meeeeeeee". Ninei a Violeta de novo e por sorte ela não acordou completamente. Botei ela na cama. Voltei recolhendo as coisas que estavam pelo caminho. Já congelando voltei pra minha caminha. Me deitei, me cobri, me acomodei e a Violeta acordou de novo! E lá fui eu......brrrrrrrr...com frio...........

Obs: Os dias de sol com muito frio compensam as noites gélidas!

Toda encasacada curtindo o solzinho

Pracinha com sol e frio

Uma pequena amostra da nossa futura executiva!

domingo, 21 de julho de 2013

Em defesa da Galinha Pintadinha

    Há mais ou menos um ano atrás escrevi um post sobre a Galinha Pintadinha aqui no blog, com toda minha irônia e sarcasmo costumaz, mas eis que do nada começaram a surgir comentários de alguns lunáticos falando da relação da Galinha com o diabo. Então, uso meu espaço aqui para esclarecer aos que possam não ter compreendido que todas as minhas referências ao "poder"da Galinha Pintadinha eram indícios da minha mais pura irônia.
    Gostaria de deixar bem claro para eventuais lunáticos/malucos/fanáticos que venham visitar o blog que eu de forma alguma acredito na relação da Galinha com o diabo ou qualquer entidade diabólica, basicamente por não acreditar em nada disso. Também não acredito em nenhuma mensagem subliminar que a Galinha Pintadinha poderia vir a passar para as crianças.
    A única coisa que eu acredito é no sucesso de um personagem de criação totalmente nacional ( o que me deixa bastante feliz), por ser uma obra com qualidade artística real, tanto musical quanto de animação.  Enfim sou totalmente fã da Galinha e não vejo a hora de ser lançado o quarto DVD! 
   Aproveito o post para parabenizar os criadores da Galinha mais famosa do Brasil e lamentar por existirem pessoas tão malucas a solta pela internet capazes de terem ideais tão absurdas e pior de tudo de não terem vergonha de expressá-las por escrito. 
    E aqui fica uma dica de site que vende camisa de força....hehehehehehe (isso foi irônia, melhor avisar!)

domingo, 14 de julho de 2013

A dieta da Hiena

    Já tornei pública aqui minha constante briga com a balança e que isso só se agravou com a gravidez. O fato é que estou lentamente emagrecendo. Na verdade já voltei ao peso que tinha antes de engravidar da Violeta, mas quero me superar e emagrecer mais ainda porque por mais que o peso seja o mesmo, eu tenho uma pancinha gordurosa muito deselegante que surgiu depois do nascimento de fofa e pretendo eliminá-la.
    O meu processo de emagrecimento consiste em muito exercício físico (sim, corro feito uma vaca na esteira no mínimo 5 vezes por semana) e  principalmente na dieta desenvolvida por mim mesma que eu batizei como "Dieta da Hiena". Para quem não sabe a Hiena é uma animal carnívoro, mas se alimenta muito de carcaças que encontram ou roubam e aí que surge a semelhança com as mães. Desconheço mãe que não coma restinho do bebê e o grande erro é que a maioria come a sua refeição e o restinhos, e daí obviamente o peso não baixa ou só aumenta. O segredo da "Dieta da Hiena"é se alimentar só dos restos, porque eles inevitavelmente vão surgir, se não sobrar nada é um sinal que nada devia ser ingerido naquele momento. Chega um dado momento que essa relação simbiótica é inevitável, quando a criança já tem mais de um ano, caso ela não queira mais alguma coisa ou não goste de algo ela simplesmente coloca na boca da mãe como fosse um lixão e a mãe atarefada, confusa, fazendo um milhão de coisas ao mesmo tempo, nem presta atenção, só mastiga. 
    Apesar de parecer um tanto estranha essa dieta, ela é incrivelmente bem balanceada, porque sempre tem resto de fruta, resto de legume, resto de pão,  resto de arroz com feijão, resto de carninha, e as vezes até resto de um docinho. Pra quem ainda amamenta (esse é o meu caso) é ótimo porque o que o bebê não pode comer (A Violeta não pode comer nada com lactose), a mãe também não pode e assim é improvável que você se distraia e coma algo que não é pra comer. Olha não sei quanto as outras mães, mas pra mim a dieta da Hiena foi a solução, principalmente quando eu parei com o hábito das hienas de roubar e me conformei em ficar só com o que eu encontrasse. Confesso que hoje em dia a Violetinha é grande aliada da dieta, porque se eu por ventura for "roubar"algo do prato dela, ela me olha bem séria com olhar de repreensão e diz "ma papa", o que traduzindo para o português significa "meu papa", ou seja praticamente acaba com os meus "roubos". 

 Exercitando mamãe

 Soninho com papai

Comportadíssima no restaurante

domingo, 7 de julho de 2013

Carta para a privacidade

    Oi dona privacidade, tudo bom? Não sei se você se lembra de mim. Nos distanciamos quando a minha filha nasceu, mas não foi por não te querer, foi simplesmente por uma incompatibilidade de agendas. É bom te rever e poder contar contigo de novo. Na verdade durante esses anos você me fez muita falta, mas compreendo que nossos caminhos tomaram rumos opostos e que na vida não se pode ter tudo. De qualquer forma tenha em mente que gostaria muito que tivéssemos uma reaproximação. Vai ser estranho tê-la de volta na minha vida, assim como foi perdê-la, mas sem dúvida necessário. Obrigada por retornar!

    Essa aí em cima é minha carta para o dia que a privacidade voltar a fazer parte da minha vida, porque se há uma coisa que você passa a não usufruir quando se tem filho pequeno é a privacidade e como tudo o que não temos mais passamos a valorizar e sem dúvida tratá-la com mais respeito. 
   Não existe ir no banheiro com calma. Tem sempre uma pequena fofura batendo na porta dizendo "mama", isso quando tem mais alguém em casa cuidando dela. 
    Quando estamos sozinhas (aqui em casa é na maior parte do nosso tempo) resta ir no banheiro com platéia, com aquela coisa meiga sentada te olhando, ou andando em volta e perguntando "coco?", independente do que esteja ocorrendo. Aliás, aqui em casa tem quase uma arquibancada no banheiro porque a platéia é composta pela Violeta e os dois gatos que inevitávelmente entram no banheiro junto. Acho que é por isso que são poucas as mulheres que desenvolvem a mania de ler no banheiro, isso é mais comum com o homem, porque depois de ter pequenos rebentos fica inviável qualquer tipo de leitura no banheiro, nem sequer bula de remédio.
    Ficar quieto pensando na vida, lendo, ou escrevendo também é impossível a não ser que a fofa esteja dormindo (o caso agora), porque se não é um puxão no livro, um apertão no teclado do computador, sempre com uma carinha de "o que você está fazendo?". Dormir pelada, nem pensar. Fora o incomodo que é atender um bebê pelada, acaba que dá frio o levanta, deita da noite inteira, então é mais fácil ficar vestida e descoberta. Falar ao telefone, sem ser ouvida, ou sem ter um pequeno ser dando pitaco na conversa (por mais que ela não fale) ou puxando o telefone é uma lembrança distante.
    O fato é que a privacidade se vai, mas um dia daqui uns bons ela estará de volta fazendo parte da minha vida e eu vou gostar dela como se ela nunca tivesse desaparecido.

 Super atenta!

 Chamando o gato

 Toda estilosa no inverno

Reparem no dedinho em riste, dando opinião!

terça-feira, 11 de junho de 2013

Para caminhar bem é preciso um bom pisante e uma mãe minimamente lúcida!

    Já falei aqui um pouco sobre os primeiros passos da Violeta, mas acho que vale mais um post um pouco  mais detalhado sobre o assunto. A coisa mais fofa e mais linda da minha vida não caminhou cedo não! Começou a dar os primeiros passinhos com mais de um ano, acho que com um ano e dois meses ela já podia se dizer um ser de fato bípide. Percebi durante a evolução dela que o tenis certo foi essencial para que ela conseguisse se firmar e se soltar, considerando que não dá para andar sempre de pé descalço. No momento que resolvi comprar um tenis bom e principalmente que tinha um solado grosso, flexível e com formato mais alargado ela ficou bem mais firme. 
    Essa constatação já me geraram dicas para as outras mães na pracinha. Primeiro foi a mãe de um gurizinho coisa mais fofa que viu a Violeta caminhando toda despachadinha e me perguntou a idade dela e disse que o filho dela já tinha um ano e dois meses e nada de andar, eu olhei pro tenis dele e cheguei a conclusão que ele não favorecia muito o caminhar e dei a dica pra ela. A outra mãe em desespero porque seu rebento não caminhava foi a de uma amiguinha da Violeta que tem a mesma idade dela. Também olhei pro tenis dela e era uma graça, mas era um tenis cumpridinho que não ajudava em nada o equilíbrio e a firmeza do pezinho.  
    Outra questão importante depois que a criança começa a caminhar é ter alguns cuidados básicos que não obrigatoriamente envolvem as inevitáveis quedas. Um dia olhei pra Violeta e pensei: "Nossa, essa guria tá manca ou é impressão minha?", mas não dei muito atenção. No outro dia fui na casa da minha mãe e ela me disse: "Malvina, tu não acha que a Violeta tá manca?". Logo, pensei: "Putz, o que será que essa criança tem? Tudo com ela é sempre complicado, o que será dessa vez!". Pedi pra minha mãe tirar o tenis dela e olhar o pezinho pra ver se tinha alguma coisa erra. A coisa errada é que o tenis dela estava dois centímetros menor que o pé. Tudo bem que crianças pequeninhas crescem rápido demais, mas imagina pobre Violeta devia andar a dias com os dedinhos encolidos!
    Mas a minha distração não para por aí, hoje fiz mais uma dessas e a pequena nem sabe ainda dizer "Pô, Mamãe!". Estávamos em casa e eu me dei conta que tinha esquecido o celular na minha mãe (que mora a duas quadras da minha casa), chamei a Violeta e disse "Vem cá Violeta! Vamos por o tenis para ir na casa da vovó". Ela veio, eu botei o tenis nela e fomos. Ela andou um pouco, foi um pouco no colo. Já na casa da minha mãe correu, brincou no pátio e voltamos para casa. Quando chegamos em casa meu marido pegou ela no colo e me perguntou "Porque ela tá com os pés do tênis trocado?" Como assim pés do tênis trocado? Sim, eu fiz ela andar duas quadras e mais um tanto com os pés do tênis invertidos e não me dei conta. E sabe o que é pior? Não é a primeira vez que eu boto o tênis trocado. Na verdade tenho muita dificuldade de fazer coisas espelhadas ( por mais ridículo que isso pareça), isso unido a minha completa distração fazem a Violeta ficar cada dia melhor na sua marcha, anda com o tênis trocado e nem cai na rua. De qualquer forma fica a dica para pessoas que assim como eu tem dificuldade em fazer coisas espelhadas ( e tem coragem para assumir isso), o ideal é  colocar o bebê sentado no seu colo com as costas dele encostadas na sua barriga e não ficar com ele de frente para você quando for colocar os tênis/sapatos nele.



Violeta toda bela no friozinho!


Posando como se fosse top model, segurando uma cenoura porque é saudável e percebam com os pés do tênis certo! Uma vitória para a mamãe!

 Fotos? Ela adora!