domingo, 12 de maio de 2013

Presente de dia das mães

    O que uma coisa fofa e pequenininha como a Violeta poderia me dar de dia das mães (que não fosse escolhido ou pago pelo papi dela)? Não sei, mas a resposta mais óbvia para mim (e provavelmente para ela) foi se fazer presente. Decidiu que não ia dormir ia comemorar e comemorou até as 3h da manhã e só faltou entre beijos, abraços tentativas de abrir os meus olhos quando eles insistiam em fechar me dizer "Mamãe, isso é ser mamãe é me acompanhar em todas as horas principalmente naquelas que eu não quero dormir. Quero que tu tenhas um maravilhoso dia das mães exercendo tua melhor função de ser mãe".
    E assim passamos a noite turbulenta. Daí pensei: de manhã ela vai dormir! Doce ilusão 8h da matina estava a fofa dizendo "pi pi pi pi"e apontando com o dedinho ma mão...o que significa o pintinho amarelinho. Olhei pra ela e falei "Violeta, pobre do pintinho amarelinho tá morrendo de sono deixa ele dormir.", não adiantou seguiu falando "pi pi pi pi". Resultado acordamos todos, eu, o pai dela, o pintinho amarelinho e o dia começou. 
   E começou o arruma brinquedo daqui, arruma de lá. Troca fralda, troca roupa. "mama bo"que significa mamãe me dá bolacha. Tento fazer uma outra coisa e lá vem Violeta atrás de mim com algum brinquedo pra gente brincar juntas. Já é quase hora do almoço tem que arrumar a mochila da pequena, separar fralda, roupa para todas as estações, vestir Violeta, fazer maria chiquinhas, convencer ela de escolher uma boneca para levar ( não consigo e ela me convence que vai levar as duas) e sair para o almoço de dia das mães com minha super mãe e minhas amadas tias e primos. E agora enquanto escrevo esse post a Violeta dorme feito um anjo do meu lado, coitada cansou! E eu? Ganhei (fora os presentes materiais) o melhor presente que ela do alto do seu 1 ano poderia me dar: se fez presente em todos os momentos! 
 
 
 
Violeta demonstrando todo seu carinho pela vovó (que é mamãe com muito açúcar nesse caso)...quando viajamos eu mostrava essa foto da minha mãe e ela dizia toda animada " oó" que significa vovó.
 
 
Violeta realizada com seu presente de dia das mães, ganhou um carrinho para os seus bebês. Feliz dia das mães para todas as mães. Mães de verdade, mães emprestadas, mães de bonecas e mães de bichos!

domingo, 21 de abril de 2013

Educar o filho dos outros é muito fácil!

    Meu avô dizia sabiamente que educar o filho dos outros é muito fácil. Confesso que fico impressionada com a capacidade das pessoas de darem palpite na educação dos filhos dos outros, no que a gente faz ou deixa de fazer. O engraçado disso é que todo mundo gosta de palpitar, mas ninguém gosta que palpitem sobre os seus próprios filhos.
    Todo mundo que tem criança pequena em casa deve estar por dentro da atual polêmica do momento que é a proibição de fabricar o andador para bebês. Parece que o número de acidentes envolvendo este equipamento era muito grande variando de dente quebrado à traumatismo craniano e a ideia é que ele caia em desuso e que parem de fabricá-lo. Segundo os pediatras além dos acidentes os andandores também não colaboram para que a criança aprenda a caminhar não trazendo nenhum um benefício comprovado. 
    Bem antes de tudo isso eu já tinha na minha cabeça que a a minha filha não teria andador, porque eu pessoalmente acho perigoso e não gosto de correr riscos desnecessários. Um belo dia estava conversando com a minha sogra e ela toda animada me contou que já estava vendo uma andador para a Violeta que era uma graça. Oi? Como assim vendo um andador? Agradeci a ela, mas expliquei que a Violeta não iria usar andador porque eu achava muito perigoso. Ela me disse que os três filhos dela tinham usado e que nunca nada tinha acontecido e que bláblábla. Eu pensei que bom que nada aconteceu, mas eu prefiro não correr o risco. 
    Bom, o assunto teria acabado aí se as pessoas respeitassem a maneira como cada um opta por educar e conduzir seus filhos pelo mundo, mas o fato é que isso não acontece e o assunto rendeu. Cada vez que surge uma oportunidade o assunto do andador vira polêmica no ambito da família do meu marido. A Violeta até já passou da fase, mas o assunto ainda rende. Nesse momento eu sempre penso, eu não quero andandor, mas também não vou encher o saco de quem usa com seus filhos nem vou ficar dando milhões de explicação de porque não usar. Cada mãe que se informe, que decida o que é o melhor para os seus pequenos.
    Outro dia veio uma tia solteirona que não tem filhos me dizer que todas as crianças da família usaram andandor e nada nunca aconteceu, que os bebês que se machucam é porque as pessoas não cuidam. A vontade nessa hora é dizer "Minha senhora, nem filho tu tens vai querer me dizer o que fazer com os meus?", mas graças a deus aprendi com minha sábia tia avó que nessas horas a gente responde um "que bom!"que o assunto morre e a gente se incomoda bem menos.
    E ainda terão muitos "que bom" pela frente, não só em relação ao andador, mas em relação a muitos outros assuntos em muitos âmbitos familiares e não familiares. Acho que só depois que a gente é mãe é que passa a se dar conta de como é fácil educar o filho dos outros. Se quem é mãe as vezes tenta fazer isso, imagina quem não é? E me desculpem as mães de gatos e cães (que eu muito já fui), mas só quando se é responsável por um pequeno ser humano é que se entende como é complicado educar e como é ruim ouvir faz assim, faz assado, o bom é fazer de tal jeito. Agora eu tenho um novo lema que é cada um sabe dos seus. Cada vez que alguém me diz algo como "imagina que a fulana faz tal coisa de tal jeito com o fulaninho"por mais que eu não faria desse jeito respondo "cada um sabe dos seus", o que é verdade porque é muito fácil julgar, dar palpite sem ser mãe daquele pequeno e único serzinho. É sempre preciso ter em mente que, com raras exceções, não há no mundo ninguém que se preocupe mais com o filho e zele mais por ele do que os próprios pais e o que eu posso considerar bom para os meus filhos pode não ser para o do outro. Por mais que você seja tio, tia, avó, avô você não é a mãe nem o pai do picurrucho em questão.
 
 Dias mais fresquinhos nessa cidade permitem mais idas à pracinha!
 
 
 Entregando a pedrinha pra não comer!
 
 
Seriedade!

domingo, 14 de abril de 2013

Ai, ai...ela tem 1 ano e 2 meses!!!!

    Violeta amada e fofa, já tem 1 ano e 2 meses! Já caminha, já balbucia algumas coisas, já tem mão de gancho pra puxar tudo que esteja ao seu alcance, ou melhor ao alcance de seus longos 70 centímetros. Passa os dias sentando, levantando, mexendo, remexendo em tudo, brincando com suas coisas e com as coisas nem tão suas.
    Me lembro sempre daquelas mães que o nenê nasce e elas ficam exaustas, perdem suas noites porque a criaturinha chora. Não que não existam picurruchos realmente trabalhosos, mas esse não foi o caso da minha pequena Violeta. Ela sempre dormiu bem, nunca chorou muito, foi um bebê pequeninho super tranquilo. 
    Bom, a essas mães que tem bebê pequeno e que estão cansadas, só posso dizer uma coisa: força na peruca porque piora! Eles ficam cada vez mais engraçadinhos, mas cada vez mais ativos. Aqui em casa as noites não são mais tranquilas, Violeta acorda várias vezes, choramingando chamando mamãe. Daí lá vou eu, dou um colinho, boto de volta no berço e o berço parece que tem pregos, porque ela encosta nele e abre o berreiro, quer a todo custo ser convidada a passar para a nossa cama.
    Não são só as noites que são mais agitadas, os dias se tornam bem dinâmicos também. Até pouco tempo atrás eu conseguia pintar minhas unhas porque ela ficava paradinha no mesmo lugar, agora isso já é impossível. A fofura tem uma agilidade impressionante, é não olhar um segundo que ela já se deslocou o suficiente para estar perto de uma tomada ou enfiando algo na boca que não deveria.
     E a coluna? A gente passa o dia inclinada, seja pra dar a mão pra andar, seja pra falar, pra brincar! A natureza é sábia, cheguei a conclusão que a gente entra na menopausa depois de uma certa idade, porque não haveria coluna, nem físico pra se ter mais filhos.
    Mas sabe o que é mais impressionante disso tudo? Que é muito divertido! Tudo vale a pena a cada passinho de pinguim dado, a cada palavra mau pronunciada, a cada abraço e principalmente a cada gargalhada!

 Estilo até para dormir!

E de óculos a la Jack Onassis!!!! Super estilosa!



Ela não anda, ela desfila!

domingo, 24 de março de 2013

Aprendendo a caminhar !

    Depois de alguns dias de férias retomo animadamente o blog!
  Violeta, não preciso nem dizer, mega ultra fofa, coisa mais querida aprendendo a caminhar, se apoiando e cambaleando por tudo. O mais divertido dessa pequena é que ela tem uma forma toda dela de se deslocar. 
   Primeiro ela não engatinhava, só bundiava. Depois desenvolveu o deslocamento enceradeira que consistia em se deslocar sentada girando, esse foi o que durou mais tempo desde uns 10 meses ela girava. Quando já estávamos quase perdendo as esperanças ela engatinhou e agora Violetinha começou a caminhar. Primeiro apoiada nas coisas e logo em seguida empurrado qualquer coisa que ela tenha força suficiente para deslocar. 
    Não há cadeira que se mantenha no lugar na sala da minha casa, elas são constantemente empurradas de um lado pro outro. Ela tem uma mesinha de atividades que também circula por toda a casa. Não sei o que minha vizinha de baixo acha disso, mas confesso minha total despreocução porque ela é muito barulhenta e a Violeta pelo menos respeita o horário de silêncio!
   A baixinha não se aperta, vai se apoiando, engatinhando até chegar em uma coisa que ela consiga empurrar e sai empurrando toda independente, se achando a maior caminhante do pedaço. Em alguns momentos ela solta as mãozinhas e fica paradinha de pé e cai!
    Aliás, como cai! Mas é valente, quase não chora e se levanta pra continuar. Ela só chora quando bate forte ou quando bate com o rosto, cheguei a conclusão que bater com o rosto é muito humilhante por isso o choro. A gente fez uma combinação aqui em casa, quando ela cai ninguém faz cara de terror e nem emite sons como "aaaaaaaíííííííííííííííííí" ou "shiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii", ou qualquer um que expresse pânico com as quedas, porque já basta o tombo por si só.  Com tombos leves a gente até comemora com um "eeeeeeeeee"animadinho, e ela geralmente gosta e bate palmas.
    Para terminar esse post, deixo vocês com uma pequena amostra de fofurísse! 








domingo, 24 de fevereiro de 2013

Onde estamos? Para onde vamos?

    Eis que esse final de semana fui ao shopping com a Violeta, minha mãe e minha dinda comprar algumas coisas que precisávamos e o encontramos obviamente lotado numa espécie de bem vindo ao início oficial do ano, as férias de fato acabaram. 
    O que realmente me chamou a atenção nesse amontoado de gente e me fez dedicar esse post, foi que logo que entramos vimos um senhor passeando com um poodle em um carrinho, como um carrinho de bebê, mas para cachorros. Logo depois passei por uma mãe com um gurizinho que deveria ter uns dois anos preso à uma dessa coleiras para crianças. Andei mais um pouco e vi uma moça com um cachorrinho numa espécie de sling ou canguru para cachorros e inevitavelmente me perguntei: Onde estamos? Para onde vamos? O mundo está de cabeça pra baixo as crianças andam de coleira e os cachorros de carrinho e colinhos, como assim?
   Bom, convém esclarecer aqui que eu adoro cachorros, inclusive tenho uma (que não poderia andar em nada disso porque ela é uma labradora), e também que não estou aqui para julgar nem questionar as mães que andam com crianças na coleira, mas foi impossível não me questionar e não deixar de perceber a inversão de papéis. Lamentei por não ter tido a presença de espírito de fotografar essas três situações. 
    Pensando no assunto me dei conta que esses dias conversava com uma amiga e ela me comentou dos hotéis que não aceitam crianças, sim eles existem e por outro lado alguns aceitam animais de estimação. Será que em algum momento vão existir restaurantes que não aceitam crianças, mas os pets são liberados? Para onde estamos caminhando? 
Confesso que apesar de adorar pets, como já disse tenho uma cachorra e tenho quatro gatos, a inversão dos papéis me incomoda. Acho que cachorro tem o direito de ser cachorro e não deveria ser privado disso, até porque eles não podem falar e talvez se pudessem se rebelariam com o carrinhos, sapatinhos, e coisinhas humanizantes. Mas nós humanos pretenciosos sempre achamos que os seres serão mais felizes se forem como nós e tenham os nossos hábitos.
    Sobre a coleira para crianças confesso que realmente não tenho uma opinião formada, me gera um certo desconforto e gostaria de nunca usá-la. Não pretendo ter uma, mas sabe-se lá o dia de amanhã. Já sobre vetar crianças em locais como hotéis, acho complicado porque se queremos ter um mundo melhor com cidadãos mais conscientes dos seus deveres e direito e mais bem formados e informados, como pretendemos isso banindo-os do convício social? Como eles podem um dia saber respeitar o próximo se não permitimos o contato com o próximo? Sei que isso não ocorre em todos os estabelecimentos, mas me preocupo como isso irá se disseminar no futuro, crianças de um lado, adultos de outro? 
Enfim, o mundo está definitivamente diferente e o diferente sempre é estranho, mas acho que temos que cuidar com a humanização do animais de estimação e animalização de estimação dos humanos.



Violeta sendo criança, Sid e Marie sendo gatos!

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Feliz Aniversário Violeta!

    Enfim completamos um ano. Um ano de muita felicidade, algumas angústias, alguns probleminhas que precisaram ser ajustados, mas principalmente um ano de muito, mas muito amor! Violetinha, com é popularmente chamada por várias pessoas, fez um aninho no último dia 30. Superou as expectativas aprendeu a bater palminha e, importantíssimo, as associou ao parabéns. 
    Discutimos muito sobre a comemoração do aniversário da pequena, meu marido não queria fazer nada, afinal ela não ia se lembrar mesmo. Eu queria fazer algo pequeno que ela gostasse, mas precisávamos ser coerentes com a lista de convidados, pra não magoar ninguém. Assim, decidimos fazer uma mini festinha para uma mini pessoa na casa da minha mãe. Os convidados, decidimos que priorizaríamos, avós e mães com filhos e netinhos (que não são muitas) e parentes mais próximos. A parte dos parentes foi a mais difícil, mas optamos por convidar quem teve interesse em conhecer a Violeta nos primeiros dias de vida, e que sabiam que era aniversário dela e deu certo!
    Foi uma festinha de aniversário para poucos e à moda antiga: bolo, negrinho, branquinho, cachorro quente, refri, suco e balões. Sem camas elásticas, sem piscina de bolinhas, sem recreacionistas gritando, sem tema, e sabe o que é melhor disso tudo não custa caro e as crianças assim mesmo brincam e se divertem!
    Ok, eu não tinha um bando de crianças, até porque a Violeta não vai à escolinha e as minhas amigas em sua maioria não tem filhos. Assim, eram quatro amiguinhos muito queridos. Eles se divertiram e brincaram muito e pelo que pude ver aproveitaram. A Violeta, a principal interessada, também gostou. 
    Não foi algo em um ambiente estranho com coisas e pessoas estranhas que pudessem estressá-la. Foi em um ambiente familiar com pessoas que ela conhecia e ela passou de colo em colo que nem a bandeira do divino. Não reclamou, adorou abrir os presentes, aliás adorou os presentes, achei que ela não ia dar muita bola, mas me enganei.  Chegou ao final da festa ainda com gás para brincar e depois dormiu feito um anjo, exausta, mas feliz!
    E assim comemoramos o aniversário da nossa pequena, simples e do nosso jeito! Agora que venham muitos outros para que possamos comemorar com essa princesa fofa que temos em casa!

Dicas importantes:
1- O bolo, os docinhos e os cachorrinhos  foram todos comprados no www.armazemnobel.com, na loja do Menino Deus e eram ótimos!
2 - O belo modelito que a fofa veste (como vocês podem ver nas fotos abaixo) foi comprado pela vovó Iara na www.dudabelys.com.br .


No início da festa com o papai, toda arrumadinha até de tiara! 


Parabéns com as amigas

Colinho da Vovó

Toda animada com o bongo que ganhou do tio! 

Feliz da vida

domingo, 20 de janeiro de 2013

Faço tudo por um sorriso

    Uma das coisas mais divertidas de um bebê é quando ele começa a ficar interativo, lá pelos 4, 5 meses. Não que antes disso não seja divertido e movimentado, mas é que nessa idade o bebê começa a fazer gracinhas e é uma delícia. Pra mim uma das coisas mais legais é a gargalhada dos pequenininhos. É muito fofo e geralmente é por alguma coisa bem idiota. A Violeta, por exemplo, morre de rir com a cachorra, uma labradora preta imensa que tem a mesma idade dela. Ela da gargalhadas principalmente quando a cachorra é desobediente, ela acha o máximo!
    Deve ser por essa fofurisse imensa que os bebês começam a expressar e os tornam tão irresístiveis, que a internet está cheia de vídeos muito mimosos de picurruchos dando gargalhadas a torto e a direito. Já até virou propaganda do banco Itaú. 
    Sempre quando vejo um vídeo desses me pergunto o que o adulto que está filmando estava fazendo. Sim, porque como eu já comentei as gargalhadas geralmente saem por um motivo bem idiota e nós adultos ficamos fazendo gracinhas e micagens ridículas para tentar arrancar a gargalhada. Acho que tão engraçado quantos os bebês rindo (mas não tão fofos, é claro!), deveria ser se alguém filmasse o adulto tantando fazer o bebê rir. 
    Me lembro que quando a Violeta começou a dar risadinhas mais consistentes, nós ficavámos fazendo as caretas mais bobas e os barulhos mais idiotas até ela rir, podia demorar até  1 hora, mas todo mundo se esforçava muito. Hoje em dia seguimos fazendo muita micagem pra ela rir, mas agora ela ri com mais facilidade graças a dios!
    Até gostaria de lançar uma campanha "Filme os pais do bebê", mas confesso não tenho moral para isso porque não tive coragem de me filmar para postar aqui. Quem sabe uma hora dessas alguém me filma e eu perco a vergonha e posto e começo minha campanha, daríamos boas risadas com certeza.
 
O papai fazia gracinhas para ganhar essa risadinha!